Fato:
viver em São Paulo corresponde a uma outra experiência temporal, um outro sentimento existencial. Aqui vive-se o paradoxo da solidão na multidão, de maneira intensa (sem metáforas). O tempo aqui não é vivido, é consumido. Isso reflete, de certa forma, na raridade dos encontros. As pessoas se esbarram, mas não se encontram.
(A loucura, a cidade, e um pouco de verdade)
Amor.tecido
De qual tecido se tece o Amor?
terça-feira, 6 de março de 2012
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
terça-feira, 31 de maio de 2011
sexta-feira, 6 de maio de 2011
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Um e Outro
Sobre o que não está: o que não está é do que tanto se fala tanto se sofre tanto se cala. O desejo de Um é barrado pelo desejo de Outro. E, em última análise, não se sabe o desejo de quem.
sábado, 16 de abril de 2011
Afetos
... tal doença é essa que afeta os sentidos?
Por que somos suscetíveis aos afetos?
Sentidos contidos,
explica-me esse ódio, essa amargura...
Por que somos suscetíveis aos afetos?
Sentidos contidos,
explica-me esse ódio, essa amargura...
essa ternura em ópio?
Uma pele que não é minha.
Uma voz que não é minha.
Não é meu.
Isso não é meu...
Adriano de Oliveira.
Escrito originalmente em 20/02/2008
terça-feira, 5 de abril de 2011
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
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